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SEXO,A GÊNESE DO AMOR - OSHO

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Sexo, a gênese do amor

Amor.
O que é o amor?
Sentir amor é fácil, mas defini-lo é realmente difícil.
Se você perguntar ao peixe o que é o mar, ele dirá: " O mar é isto. O mar é tudo o que está ao meu redor. E pronto!" Mas se você insistir - "Por favor, defina o mar" - então o problema será realmente muito difícil.
Tudo o que há de mais belo e sutil na vida pode ser vivenciado, mas dificilmente definido, descrito.
A miséria do homem é esta: durante os últimos quatro a cinco mil anos, o homem tem apenas falado sobre algo que ele deveria estar vivendo intensamente, sobre algo que deveria estar sendo realizado em seu interior - o amor. tem havido grandes discursos sobre o amor, inúmeras músicas de amor têm sido cantadas e hinos devocionais continuamente são entoados em templos e igrejas. O que não é feito em nome do amor? - mesmo assim não existe lugar para o amor na vida do homem. Se pesquisarmos profundamente as linguagens do gênero humano, não encontraremos uma palavra ma…

DO SEXO AO SAMADHI -OSHO

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Do sexo ao samadhi-Osho

É um longo caminho do sexo ao samadhi. Samadhi é a última meta; sexo é apenas o primeiro passo. E eu quero realçar que as pessoas que se recusam a reconhecer e que censuram o primeiro passo não podem nem mesmo alcançar o segundo. Não podem progredir de forma alguma. É imperativo dar o primeiro passo com consciência, compreensão e atenção. Mas esteja avisado: sexo não é um fim em si próprio, sexo é o começo e, para progredir, são necessários muitos passos. O maior atraso para a humanidade inteira tem sido a sua relutância em dar até mesmo o primeiro passo. E ela aspira chegar ao último! Um homem despreza o primeiro degrau e ainda assim tem ambições de alcançar o último degrau da escada; não tem nenhuma experiência da luz de uma vela e ainda assim quer reivindicar o esplendor do sol, temos que aprender a compreender a tênue luz de uma vela, que vive por um tempo e é imediatamente apagada por uma suave brisa. Para despertar a ansiedade, o desejo, a inquietação pelo …

SAMSARA - COMO RECUPERAR O CAMINHO DO AMOR - OSHO

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Samsara
     O maior problema para a pessoa contemporânea é seu coração. Ele está vivendo pela cabeça, sentindo pela cabeça, sonhando, pensando - sua existência tornou-se virtual, potencialmente virtual. Cada vez mais esta humanidade é treinada pela cabeça, o coração tem sido negligenciado, ignorado. Não há treinamentos para o coração, não há mais disciplinas para o coração; nenhuma escola, nenhuma universidade se importa com o coração. No que tange a sentimentos, somos selvagens, pior que selvagens. Toda a nossa cultura é da cabeça, de forma que a cabeça se torna pesada, cheia, repleta e o coração continua e continua definhando. Não deveria ser assim. Esta é a maior calamidade que aconteceu á humanidade em toda a história da mente, da consciência. Estamos o tempo todo na cabeça, investimentos demais na cabeça; e o coração é deixado para trás.
     Não nos permitimos mais emoções, prazer. Dizem que um homem de sentimentos parece ser fraco, ensinam às pessoas a não serem emocionais, a se…

OSHO FALA SOBRE O SUFISMO - A SABEDORIA DAS AREIAS

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OSHO FALA SOBRE O SUFISMO


HÁ religiões e religiões, mas o Sufismo é a religião — o próprio coração, a essência mais profunda, a própria alma.

O Sufismo não é parte do islamismo; ao contrário, o islamismo é parte do Sufismo. O Sufismo existia antes de Maomé ter nascido e existirá mesmo quando Maomé estiver completamente esquecido.
Os islamismos vêm e vão, as religiões tomam forma e se dissolvem, e o Sufismo permanece, continua, pois não é um dogma, mas a própria essência de ser religioso.

Você pode não ter ouvido falar do Sufismo e pode ser um Sufi — se for religioso. Krishna é um Sufi e Cristo também; Mahavira é um Sufi e Buda também — e eles jamais ouviram falar da palavra e jamais souberam que algo como o Sufismo existe.

Quando uma religião está viva, é porque o Sufismo está vivo nela.
Quando uma religião está morta, isso apenas mostra que o espírito, o espírito Sufi, a deixou. Agora existe apenas um cadáver, não importa o quão decorado — na filosofia, na metafísica, nos dogmas, nas doutr…